Bem Vindas (os)

Nos últimos anos tenho elaborado alguns trabalhos para os Filhotes. Ao revê-los achei que se justificava a criação de um Blogue para os expor/partilhar. Daí surgiu a ideia de dar uma nova vida a este cantinho.
O que pretendo é mostrar os trabalhos que já estão feitos, com reciclagem e não só, e outros que forem surgindo.
Ideias não faltam, jeito (acho que não tenho muito, mas sinto que ao longo do tempo as coisas vão saindo cada vez mais perfeitas) e o gosto pela coisa abunda por estes lados.
Sempre que possível, colocarei o "passo a passo" pois, acho que, só assim é que estou realmente e partilhar - dando a oportunidade, a quem me visita, de poder também fazer estes trabalhos.

Espero que apreciem a visita e... comentem (só assim poderei melhorar/corrigir).

Divirtam-se e
Boas Ideias!

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A celebração dos Afetos!

                      Depois da tempestade...
... a Bonança!

Após uma longa ausência, eis-me de regresso para vos apresentar a nossa
Coroa dos Afetos:


Em finais de janeiro, um sopro de inspiração e vontade de criar resultaram nesta Ideia. Num "abrir e fechar de olhos" ficou pronta! Assim, como se estivesse a precisar, como se estivesse com sede de algo!

Não há reportagem fotográfica, mas é muito fácil!

Materiais:
* Cartão, para a base - caixa de cartão que, em tempos, protegeu um eletrodoméstico;
* Tecido - dois cachecóis dos Filhotes, da altura do infantário;
* Rolo de papel - para o interior dos corações pequenos;
* Lápis/marcador, xis-ato, tesoura, cola quente e fio/cordel.

Passo a Passo:
* Para a Coroa:
      - Desenhar o coração no cartão e recortar;
      - Dando uma margem de 2/3 cms recortar o interior do coração - fica uma moldura;
  - Aplicar o tecido com cola quente, fazendo pregas.
* Para os corações:
      - Os quatro maiores foram recortados diretamente do tecido (duas partes para cada coração);
      - Colar nas extremidades e rechear com pedacinhos de tecido.
      - Para os três mais pequenos, no interior, colocar um cartão em forma de coração;
      - O tecido foi colado por cima e recortado, obedecendo ao contorno do coração que estava no interior.
Antes de fechar totalmente os corações, colocar a ponta de um fio/cordel.

E depois de prender os corações à Coroa, tcharamm...


Deixei esta nota propositadamente para o final...
Quem me segue percebeu/entendeu que a minha última publicação não faria
antever uma ausência tão prolongada, bem pelo contrário: a animação,
na altura, era muito grande, a vontade de fazer cada vez mais, também...
mas... e há sempre um mas!!!
Poucos dias depois, o meu marido sofreu um grave acidente! Sem entrar em
detalhes... ele foi, literalmente, degolado!
Felizmente um Senhor que passava no local prestou-lhe os primeiros socorros.
Foi o que o salvou. Perguntei ao meu marido se este Senhor estava vestido de
branco... ele não sabe responder.
Mas eu tenho para mim que sim... era o Anjo da Guarda!
A recuperação foi lenta, dolorosa e longa... muito longa...
Foi um período muito exigente e, claro, de extrema dedicação à família.
Aos poucos as rotinas foram-se instalando novamente e hoje temos:
um Papá 100% recuperado, uma Filhota  a crescer (muito rápido!)
e a tornar-se uma mulherzinha, um Filhote traquina, mas muito amoroso e
uma Mamã com mil e uma tarefas, sempre atrapalhada com o tempo
que não chega para fazer tudo!

Obrigada, Anjo da Guarda! 
Liliana

Que todos os dias sejam Dias de Amor e muitos Afetos!

Boas Ideias!

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Cestos Amarelo, Laranja e Castanho em Trapilho

Olá!
Cá estou eu de novo e com mais um trabalho 100% reciclado!

Ora aqui está uma combinação de cores que muito me agrada!


Mais uma "encomenda" de uma amiga. Desta vez, e como se pode ver na foto acima, o destino era o quarto do Filhote da minha amiga. Ela viu os cestos "... Conjunto Rosa" e "... Conjunto Azul" e...

Material:
* Trapilho feito a partir de peças de roupa fora de uso...

* As cores foram escolhidas de acordo com a decoração do quarto.

* Os formatos ficaram ao meu critério.


Passo a Passo:
Já deu para perceber que o ponto baixo é o meu ponto de eleição!? Aqui resolvi fazer uma variação e, sempre que iniciava uma nova cor, alongava o ponto, alternadamente:
- 2 ou 3 carreiras em ponto baixo normal.
Mudança de cor:
* Um ponto baixo normal a pegar nas alças do ponto da carreira anterior;

* Um ponto baixo alongado que se sobrepõe ao ponto baixo da carreira anterior;
Sempre assim até ao final da carreira (um normal, um alongado, um normal, um alongado, ...).
* 2 ou 3 carreiras (na mesma cor) em ponto baixo normal.
Mudança de cor (repetir o procedimento assinalado com *)

O número de carreiras variou em função do tamanho do cesto e da quantidade de trapilho.
Os interiores ficaram a cargo de garrafas de plástico, para o cesto redondo, e uma caixa de cartão, para o cesto retangular.

Uma vez mais, aqui fica a prova de que a reciclagem não serve só para nos poupar a carteira... é uma grande auxiliadora na hora de organizar os materiais dos nossos Filhos!

Continuação de boa semana e... Boas Ideias! 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Cesto com Tampa em Trapilho

Boa noite!

Hoje trago-vos um cesto lindo (modéstia não é uma das minhas qualidades!) que fiz para uma grande amiga minha:


Na altura que o fiz a inspiração estava muito em baixo e cheguei a concluí-lo por quatro vezes! Nunca gostava do resultado! Até que, um dia, após o jantar, peguei no fio e... nessa mesma noite o danadinho saiu, tal como eu o imaginei!
No dia seguinte forrei a caixa. Embora não fosse a primeira que forrei, foi a que saiu melhor (as outras ficaram tão mal que nem direito tiveram a publicação!).

Os detalhes (cores, tamanho e formato) deste cesto foram escolhidos pela sua atual proprietária. A dificuldade residiu mesmo no facto de ter de respeitar o tamanho e formato. Gosto mais, e corre muito melhor, quando pego no fio e vou tecendo livremente.

Vamos ao trabalhinho?

Material:
* Peças de roupa de malha/algodão;
* Caixa de cartão;
* Tesoura, Agulha de croché, pincel e cola branca.

Escolha dos materiais:
A minha amiga selecionou duas peças de roupa de um lote fora de uso.
A caixa também foi criteriosamente selecionada de entre as muitas que estão no sótão a aguardar por reutilização.

Passo a Passo:
Após dar o devido uso à minha tesoura e fazer o trapilho, verifiquei que não tinha material suficiente para todo o cesto. Resolvi acrescentar branco: mais algumas peças de roupa, mais um pouco de corta, corta, corta e... já temos o trapilho suficiente!

Comecei pela base e fui tecendo, em carreiras de ida e volta, em ponto baixo. Para finalizar, fiz uma carreira a toda a volta do retângulo, também em ponto baixo. Ficou com o tamanho da base da caixa.
Se as contas não me falham:
* 12 carreiras com 18 pontos baixos;
* A carreira a toda a volta tem 18 pontos baixos nos dois lados mais largos e 12 pontos baixos nos mais estreitos.

Iniciei a subida com fio branco e entrei com as cores, em conjunto, na terceira carreira, em ponto baixo a pegar na argola de trás da carreira de base.

Fui tecendo até atingir a altura desejada... bem, neste caso, foi mais enquanto tinha fio de cor suficiente para uma volta completa. Então aqui, voltei a incluir o branco. Fiz duas carreiras e dei continuidade num dos lados mais largos para fazer a tampa. A técnica utilizada na tampa foi a mesma das laterais - ponto baixo a pegar na argola de trás da carreira anterior. Parei quando verifiquei que bastava mais uma carreira para ficar ao tamanho da tampa.
O fio de cor que sobrou nesta fase do trabalho ficou reservado para fazer a carreira final. Mas, não era suficiente para uma carreira completa! Resolvi a questão da seguinte forma:

Comecei pela tampa com os dois fios juntos para que ficasse mais firme.
Na extremidade da lateral usei a técnica do fio conduzido.


Mimei a tampa com uma florzinha feita com pontinhas de trapilho que foram sobrando ao longo do trabalho.


Para forrar a caixa procurei uma peça com um tom aproximado dos já usados.
Usei cola branca e deixei secar de um dia para o outro.




Resultado Final:


Aqui fica mais um lindo trabalho com recurso exclusivo a reciclagem. Uma vez mais fica provado que reciclar só traz vantagens!

Boa semana e... Boas Ideias!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Maquete "Sala de Aula"

Boa noite!

Tive de interromper as publicações que tenho em preparação para fazer esta!


Há pouco mais de um mês, a Filhota, à saída das aulas, chegou ao carro com a seguinte conversa: "Mamã, a professora de francês pediu um trabalho..."
Nem deixei terminar e fui logo perguntando "a professora ensina francês ou artes?"
A Princesa tomou fôlego e de uma só vez deitou tudo cá para fora "... a professora pediu para fazermos um trabalho sobre os elementos existentes na sala de aula. Cada aluno ficou com um tema. Eu, no final da aula, fui falar com ela e perguntei se podia fazer uma maquete e ela disse que sim." (tal e qual mas... sem pontuação!).

Não sei bem se travei, se acelerei, só sei que fiquei cheia de calor e lá fora não estavam mais de 6 graus! A minha última experiência com maquetes não tinha corrido mal, mas também não achei que tivesse corrido muito bem! No entanto, deu para eu perceber o grau de dificuldade deste tipo de trabalho.

Mais tarde conversamos e expliquei-lhe como era complexo fazer uma maquete. Disse-lhe que era preferível ficar com um tema e fazê-lo bem, do que ficar com o todo e não fazer, nada, bem! Mas já que se tinha comprometido teríamos de ir em frente e tentar o nosso melhor. Iríamos ter muito trabalho pela frente. Trabalho muito minucioso. Com muitos detalhes. E podia correr muito bem ou muito mal. Portanto o esforço teria de ser no sentido do primeiro: Muito bem!

Fiz este passo a passo em slideshow, mas no final achei que faltavam muitas explicações e resolvi rejeitar o slideshow e dar uma explicação mais minuciosa:

Material:

* Caixa de Cartão, tinta branca, plástico autocolante a imitar a madeira e folha de madeira - Sala;
* Pasta de moldar e marcadores - Professora e alunos;
* Covetes de esferovite (Isopor), folha de madeira, palitos e rolos de papel - Cadeiras e mesas;
* Covete de esferovite e embalagem de alumínio - Quadro;
* Tampa e alumínio - Cesto dos papéis;
* Palitos, marcadores e folha de alumínio - Lápis de cor, lápis de carvão e canetas;
* Cartolinas de várias cores e papel - Livro e caderno;
* Rolos de papel e marcadores - Mochilas, estojo e mala da professora;
* Imagens e esferovite - Computador, calculadora, régua e aguça (afia lápis);
* Borracha e giz;
* Cola quente, cola escolar, ...

Passo a Passo:
Sala:
Mamã e Filhota em perfeita sintonia!
- Fazer os cortes para as janelas e para a porta.
- Pintar de branco.
- Revestir o chão e fazer os caixilhos das janelas e porta, com o plástico autocolante.
- Aplicar folha de madeira na porta.
- Aplicar a maçaneta (esferovite).

Professora e Alunos:
Esta parte foi totalmente pensada e realizada pela Filhota.
- Moldou os bonecos, com a pasta de moldar, deixou secar e decorou com marcadores.
- O palito serviu para fazer os olhos, a  boca, o  nariz e
                                                   o relevo nas cabeças.

Cadeiras:
- Cortar as covetes de esferovite em quadrados e retângulos, para o assento e encosto, respetivamente. Branco para as cadeiras dos alunos e preto para a cadeira da professora.


- Com a ajuda do xis-ato (estilete) ou de um palito,
fazer uns desenhos geométricos.


- Unir o assento e o encosto com dois palitos. Com muito cuidado para que não
fique exposto no encosto.

- Entretanto a Filhota ia-se diver-
tindo a fazer as pernas das cadei-
ras, com tiras de rolos de papel.


- E, finalmente, é só aplicar as pernas às cadeiras, com cola quente. Aqui também é preciso algum cuidado, pois o esferovite deforma/derrete com o calor.



Mesas:
- A Filhota estava tão lançada nos rolinhos para as pernas das cadeiras que, de seguida, foi logo fazendo uns maiorzinhos para as mesas.
- Os tampos são retângulos de esferovite revestidos com folha de madeira.
- Todas as peças foram unidas com cola quente.

Quadro e Cesto dos Papéis:
- Usamos uma covete de esferovite preta.
- Com as embalagens de alumínio fizemos o caixilho e o suporte para o giz.
- O cesto dos papéis é uma tampa forrada com alumínio.



Nesta foto podemos ver o quadro, o cesto dos papéis e o cantinho da professora.

O resto da sala ainda era uma confusão...



Lápis de Cor, Lápis de Carvão e Canetas:
- Estes foram os elementos que mais curiosidade suscitaram nos coleguinhas da Filhota. "Como é que fizeste?", era a pergunta.
E ela, orgulhosa, "É muito simples. É só pintar os palitos, com marcador!".
- E eu reforço, não esquecer de pintar o bico.
- Para a caneta aplicar, no bico, folha de alumínio.

Livro e Caderno:
Mais dois elementos totalmente feitos pela Filhota.
- Papel normal, ou folhas de revista para o interior.
- Cartolina para as encadernações.
- Unir todas as folhas com cola escolar.

Mochilas, Estojo e Mala da Professora:
- Pedaços de rolo de papel dobrados, vincados e enrolados, recorrendo a muito improviso, ganharam forma e deliciaram os lindos olhos da Filhota quando percebeu o que dali ia sair!
- Se olharem para a foto e seguirem a numeração, conseguirão perceber como é que foi feita a mochila.
- O estojo e a mala da professora foram feitos com a mesma técnica.
- Depois de prontos, a desenhadora de serviço, a Filhota, fez as decorações.

Computador, Calculadora, Régua e Aguça:
- O prazo de entrega e o pedido de adiamento já tinham sido ultrapassados e, como tal, a solução encontrada para os elementos que faltavam, os quais a Filhota fazia questão de incluir no trabalho, foi imprimir imagens dos mesmos.
- Para dar volume foram "forrados" com esferovite.

Borracha e Giz:
- São verdadeiros!
- Bocadinhos que andavam cá por  casa serviram o nosso propósito.

Agora é só "arrumar" a sala e etiquetar cada elemento - Tarefa para a Filhota.
Aqui fica a nossa maquete, com algumas fotos de pormenor:


A avaliação, para nós, situou-se no quase muito bem! Não fosse faltarem alguns elementos e julgo que poderíamos dizer: Conseguimos!
De realçar que a quase totalidade dos materiais é reciclagem. A exceção verificou-se na pasta de moldar, no plástico autocolante e nos palitos.
Mais um trabalhinho à nossa maneira: baratinho, baratinho, ... e a preservar o nosso planeta!

Permitam-me alongar um pouco mais...
Os trabalhos que temos feito para a escola estão em exposição. Segundo a Filhota, no âmbito de uma avaliação da estagiária que acompanha a professora, todos foram fotografados e serão mostrados em Lisboa. Este trabalho, em particular, viajou, fisicamente para Lisboa.
Eu, levar os "netinhos", pela mão, a passear pela blogosfera é uma coisa. Sou eu! Agora saber que vão para longe sem que eu os guie...
Vai e volta rápido, sã e salva, pois eu ainda pretendo fazer o computador, a calculadora, a régua e a aguça!!!

Seja trabalho de francês ou de artes, venham mais desafios que nós cá estamos para os cumprir!

Boa semana e... Boas Ideias!

sábado, 10 de maio de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

Tartaruga Mealheiro

Há um ano atrás, por esta altura, andava muito atarefada a fazer estas lembrancinhas para a festinha de aniversário do Filhote.

Este ano, depois de muito puxar pela cabeça e de algumas experiências frustadas, lá resolvi o que fazer:


sábado, 9 de novembro de 2013

Botas de Natal

A ideia de hoje foi elaborada, em 2011, para um trabalhinho da escolinha dos Filhotes:


O pedido referia-se a uma bota ou uma meia, para enfeitar o espaço...

Não fui em modas e resolvi fazer logo a bota. A minha ideia era fazer algo de pouco convencional. Ou seja, fugir à tradicional bota/meia que se pendura na chaminé/lareira. Mas ao mesmo tempo algo que desse para pendurar, portanto não podia ser pesado. O material usado foram caixas de postais de natal da Unicef (olha a publicidade!) que guardei em tempos e aguardavam, pacientemente no sótão, por uma oportunidade para serem novamente usadas.

Na altura não sonhava sequer com este cantinho e, como tal, não fiz passo a passo. Tentarei explicar o melhor possível as fases do trabalho. A visualização do slideshow ajudará a compreender a explicação.
Usei como modelos um chinelo e uma bota.
Chinelo:
* Desenhei a sola do chinelo numa caixa e recortei-a;
* Depois fiz a parte de cima. Metade de cada vez. Deixei uma margem para fazer as uniões (ou seja, fiz maior do que o modelo);
* Uni as duas metades, pelo lado do avesso, com agrafos;
* Também com agrafos, fiz a união à sola. Fiz alguns cortes na parte que virou para baixo no sentido de ficar com a parte da frente o mais redonda possível, acompanhando a sola (tal como mostro no slideshow);


Olhem para as fotos e (retirando o cano e a parte branca) imaginem um chinelo. O facto de fazer a parte de cima em duas metades fez com que ficasse aberto (não achatado).

Bota:
Fiz um canudo com duas caixas. Usei, novamente o agrafador e também fita cola;
* As laterais que, normalmente estão dobradas para dentro e dão altura à caixa, serviram na base para fixar à sola e no alto virei para fora (parte branca).

Fiquei com uma bota com "defeito": havia um buraco entre a parte de cima do chinelo e o cano! Tapei com um pouco de cartão virado do avesso.


Após três horas de trabalho, foi este o resultado:


Felizmente no final da época natalícia os Filhotes trouxeram as botas para casa. No ano passado fizeram parte da decoração e este ano, com certeza, também farão. São iguais, mas cada um dos Filhotes sabe perfeitamente qual é a sua! No ano passado quando o bom velhinho veio, pela noite, deixar as suas lembrancinhas não se enganou!

Mais um aparte para as meninas brasileiras: há dias tive de ir consultar o meu
amigo google, quando uma amiga me falou de um "grampeador"! Pois  imagino
que vos possa ter acontecido o mesmo quando falei em "agrafos e agrafador".
Aqui fica o esclarecimento: agrafos = grampos; agrafador = grampeador.
Acho que vou criar um dicionário!

Voltarei em breve com mais ideias para o Natal. Até lá, bom fim de semana e... Boas Ideias!
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